Segunda-feira, 11 de Fevereiro de 2008

sIM oU nÃO, eRAM aPENAS tRÊS eM uMA qUESTÃO

A um ano atrás, andávamos todos a discutir isto. [vídeo]
A única certeza que eu tinha naquela altura, era que independentemente de Sim ou Não, um ano volvido essa realidade em acesa discussão estaria banalmente assumida na sociedade Portuguesa. Discussões tão acaloradas de outrora que depressa passam a trivialidades.

E afinal, parece que foram "apenas" seis mil...

::::

MrCosmos às 00:00
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3 comentários:
De Dragão Azul a 11 de Fevereiro de 2008 às 10:49
Esta lei veio ao encontro de certos interesses economicos... acho que muita gente que votou a favor desta lei nem se quer sabia o que estava escrito na lei anterior, a imagem que passou cá para fora foi que era proibido fazer o aborto qualquer se saja as circonstancias o que não era bem assim..., como o que esta a passar cá para fora é que com esta lei pode-se fazer o aborto qualquer se saja as circonstancias o que também não é bem assim. Neste assunto quer os governos quer qualquer pessoa olha para o lado que acha melhor.


Boa semana.


De MrCosmos a 11 de Fevereiro de 2008 às 13:37
Como digo o que mais me "irritava" na altura em que a questão mencionada esteve em discussão tão acesa e acalorada, era a convicção que tinha de que em muito pouco tempo, essa questão ia passar a ser uma trivialidade. e desde sempre, o fulcral a ponderar passou para acessório em detrimento de tomadas de posições radicais.

Como dizes, Dragão, cada um olha para o lado que acha melhor. O "egoísmo" impera até nestas simples, mas importantes decisões.

Terão todos quantos colocaram a cruzinha naquele boletim, e por outro lado os que optaram por não a colocar (a maioria abstencionista), mantido a sua consciencia tranquila?
Provavelmente! pois cada vez menos temos cidadania.


De anónimo à rasca a 11 de Fevereiro de 2008 às 15:34
Já muitas coisas foram ditas e muitas ficaram por dizer. Para mim tudo se resume a ser uma questão própria da intimidade de cada um, e cada qual deve tomar a decisão ( de querer ou não ter uma criança) por si. Sem chantagem política, religiosa ou social. Ora assim sendo não deveria ter sido sequer referendada. Ou afinal interessa-me lá que a vizinha do R/C Esquerdo tenha feito um aborto?


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