Quinta-feira, 8 de Janeiro de 2009

jÁ o pROFETA bILL dIZIA

Segundo reza a história, a máxima lapidar implementada por Bill Gates desde as origens da sua Microsoft Coorporation, e que no fundo justifica o sucesso da mesma, está no lema:  "Temos de olhar para os nossos produtos como obsoletos, antes que os outros o façam."

 

Pois em era de pleno choque tecnológico, e quiçá, para revitalizar estes tempos de crise, em Portugal já se faz jus a velha máxima do "Tio Bill"... 

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Noticia sapo:

«Magalhães ainda não chegou a todos os alunos mas já existe um novo modelo»

 

:::: Porreiro, pá!

Quarta-feira, 10 de Dezembro de 2008

pORTOMARAVILHA eM fRASES sOLTAS

O PortoMaravilha, mais um "amigo virtual" que estas lides da blogosfera me deram gosto em conhecer, tem o condão como visitante e comentador do gERAÇÃO, de me por com os seus escritos, não raras vezes, em estado de "ignição" para o que acaba por resultar sempre em alguma reflexão.  Do seu último comentário aqui deixado recentemente, deixem-me recolher e aqui apresentar algumas dessas frases / opiniões, assim, de forma solta, pois que estou em crer que concordarão comigo de que merecem tal destaque.

 

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De Portomaravilha a 3 de Dezembro de 2008 às 23:06

"Testa-se hoje nas Américas do Sul o que poderá angariar ainda mais lucros na Europa.
A periferia é um tubo de ensaio !
A problemática da nacionalização ou da distribuição privada da água está na ordem do dia. O combate actual da Câmara Municipal de Paris contra os grandes grupos privados Franceses ( Suez, etc.) atesta que a denreia rara do século XXI será a água.
Houve já tentativas de tentar fazer pagar a água da chuva aos camponeses Bolivianos. Perante as revoltas, por agora as multinacionais ( sobretudo Francesas) recuaram. Por quanto tempo ?


A ideologia nunca desapareceu. Marx está cada vez mais actual. Só que foram precisos 50 anos para entender que a tradução exacta do manifesto nunca foi "Manifesto do Partido Comunista" mas sim "Manifesto do Comunismo".

O que não é igual !


A "Pronuncia do Norte" tem razão no que escreve quanto à blog-esfera . Por exemplo, o não Francês à "Europa" nasceu dum simples blog. Não foi um não racista ou anti-europeu . Eu votei não ! Foi um não que reivindica uma Europa feita no respeito das conquistas socias ( Educação, Saúde, Reforma, ...)Francesas após a segunda guerra. Um alinhamento pelo cume não pelo baixo, para todos.
E, efectivamente, graças à blog-esfera houve um debate fantástico. O feitiço virou-se contra o feiticeiro.
Existe uma grande tentativa para esvaziar a ideologia do debate. Não só em França como em Portugal.

 

Acho que o principal responsável pela situação actual de Portugal foi Cavaco Silva. Portugal, na altura, recebeu imenso da Europa e não houve projectos. A área do turismo é reveladora ( e há também exemplos para a indústria / o dinheirinho chegou para a formação dos empregados : Qual quê não precisam. Fica no meu bolso. Passados 20 anos a empresa faliu ! ) Lembro-me perfeitamente das campanhas em favor do turismo na época de Cavaco. Praia e sol ! Ora, na altura a Espanha já desenvolvia um turismo cultural e, além disso, os médicos do mundo inteiro, punham em guarda contra o perigo da exposição ao sol.
Não é por acaso que os nossos ancestrais, cheios de sabedoria, sempre se protegeram do sol !

É preciso ser-se ignorante para vender só sol e praia em Portugal. Eu acho que Portugal tem um património de sonho. Mas é claro : Ou se pensa a curto prazo ou se pensa a longo prazo ! E quem vendeu só sol e praia deve estar bem à rasca. É que Marrocos, Tunìsia... oferecem sol e praia a preços muito mais baratos e com melhores prestações. E não deixa de ser interessante ver imigrantes Portugueses a irem cada vez mais para as praias e sol do outro lado do Mediterrâneo, maribando-se para a terrinha dos antepassados. Eles que foram educados no culto da praia e do sol, escolhem a melhor prestação.

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Quarta-feira, 19 de Novembro de 2008

oPOSIÇÃO e gOVERNO

por Carlos Abreu Amorim, no Correio da Manhã

"Se Oposição houvesse, o Governo não ostentaria uma figura como Manuel Pinho.

Se a Oposição fizesse o seu papel, nunca Mário Lino teria condições de defender tudo e o seu contrário com o mesmo ensejo fictício de convicção. Se a Oposição funcionasse, Mariano Gago não ameaçaria os reitores das Universidades na pretensão pueril de iludir as suas próprias responsabilidades.

Se a Oposição se mostrasse, Ana Jorge não continuaria em funções após ter admitido não saber o montante das dívidas da Saúde; e as pastas da Justiça, do Ambiente e da Defesa até poderiam existir. Se a Oposição fosse firme, a ministra da Educação perceberia que há uma diferença entre governar e persistir na teima.

Se o Governo é mau também é porque a Oposição deixa muito a desejar.

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:::: onde é que eu assino?

Sexta-feira, 31 de Outubro de 2008

vOZES à rASCA... (II)

...Artigos muito pertinentes sobre o assunto por aqui sempre em epígrafe, e que vou encontrando pela World Wide Web.

no DN Madeira online

Por Vitorino Seixas à 10/12/2007

"Geração à rasca

 

Muito se tem escrito sobre a “geração mil euros”, a geração constituída pelos jovens licenciados que possuem pós-graduações e mestrados, que falam duas ou mais línguas, que realizaram estágios e que só conseguem obter empregos precários com remunerações inferiores a 1000 euros.
Este fenómeno, que foi baptizado pelos franceses e se propagou rapidamente a outros países europeus como a Espanha, a Itália e a Alemanha, chegou também a Portugal, apenas com a diferença nas remunerações que são inferiores. O denominador comum, em todos os países, é a dificuldade dos jovens licenciados conquistarem o seu lugar na sociedade e construírem a sua vida de forma autónoma.

Esta realidade, que ensombra o futuro dos jovens portugueses, contrasta vivamente com a situação vivida pela minha geração. Na minha juventude, o diploma funcionava como uma garantia de emprego e a generalidade dos jovens licenciados conseguia obter um emprego bem remunerado.
Sem qualquer conotação política pode dizer-se que há uma fronteira entre as duas gerações: o 25 de Abril de 1974. Há uma Geração 74, que nasceu antes dessa data, e uma Geração 75, que nasceu depois e que começou a entrar no mercado de trabalho nesta última década, após a conclusão da licenciatura.
Muitos analistas já escreveram sobre esta mudança geracional. Uma das análises mais polémicas foi o editorial “Geração Rasca”, de Vicente Jorge Silva, publicado em 1994 no Público, por altura das manifestações estudantis contra as políticas educativas, em especial contra o aumento das propinas pelas universidades.

No editorial, Vicente Jorge Silva olhava para os jovens com desconfiança. Para ele, um representante da geração revolucionária, a Geração 75 não tinha convicções, valores, princípios e sonhos para lutar. Em síntese, o seu editorial reflectia a visão de alguém, que tinha lutado por causas e feito uma revolução, que considerava que a nova geração era constituída por jovens irresponsáveis, indisciplinados e individualistas.
Passadas três décadas, o que mudou? Hoje, a Geração 74 está confortável, conquistou o seu lugar ao sol, tem segurança de emprego e reformou-se aos 55 anos ou está em vias de se reformar. Por outro lado, a Geração 75, que cresceu com a sida e a droga, não sabe como conquistar o seu lugar ao sol. O futuro está nublado, com o espectro do desemprego e do trabalho precário. É uma geração que parece condenada ao estatuto de eternos adolescentes que têm de viver em casa dos pais.
Neste contexto, em que os revolucionários de 74 não estão dispostos a ceder o seu lugar ao sol aos jovens, o aumento da idade da reforma traz dificuldades acrescidas. Se é verdade que a Geração 74 fez a revolução de Abril tendo lutado pela liberdade, pela abolição da censura e pelo fim da guerra colonial, também é verdade que deixa uma herança pesada. A Geração 75 tem pela frente uma tarefa hercúlea: além de enfrentar um futuro instável e adverso, com o anunciado fim do emprego, das regalias sociais e das reformas, ainda tem de pagar o défice público, emagrecer o aparelho do estado, evitar a falência da segurança social e garantir a sustentabilidade ambiental de Portugal.

Não é pois de estranhar que os jovens retribuam o epíteto “Geração rasca” àqueles que, por acção ou omissão, lhes deixaram tão pesada herança. Eles são, de facto, uma “Geração à rasca”.

“Pai -Na tua idade, já tinha um ideal!
Filho: E, então, vendeste-o a quem?”, Le Nouvel Observateur
...

 

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Segunda-feira, 20 de Outubro de 2008

pARA cOMEÇAR bEM a sEMANA

Depois de arriscar-se a tragédia com a entrevista feita ao Mister, ;-) já eram horas do Dragão azul passar a uma grande entrevista com realmente, uma grande individualidade .

O Rafeiro Perfumado! Gostei de ler e conhecer mais alguns pormenores deste talentoso bloguer da nossa praça. Para ler aqui.

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Quinta-feira, 16 de Outubro de 2008

sIM sENHOR! gOSTEI dE vER

E tanto gostei que gravei, no Jornal da tarde, ontem na RTP 1. - [PUB] Abençoado meo, que ao premir o REC, nos permite gravar em qualquer altura a parte já decorrida anteriormente de um programa,  desde o ponto inicial em que o começamos a ver.

Estes alunos refilões e que  reclamaram muito, não me pareceram bem do estilo de quem reclama por um "dá-me o telemóvel, já!"  ná, ná!  A noticia foi mais ou menos esta:

"Alunos da escola Luísa de Gusmão em Lisboa, que já se podem considerar contemporaneamente «Netos de Abril», saíram a rua numa atitude democrática e de liberdade,  fizeram um upgrade de geRAS rebeldes para gERAS rASCOS versão light, e mostraram à uma só voz, a ministra e ministério da educação ao que iam e queriam! E não eram telemóveis, nem tão pouco portáteis com banda larga ao preço da uva mijona."  - Confirmem lá se foi ou não foi verdade :

 

  

Pois aí estão os maiores prejudicados pelas medidas e o sacudir de água do capote das politicas de educação. Aqui tivemos uma pequena amostra. Mas esta classe, a estudantil, controlam eles bem. Aqui não há lobbies, os miúdos não dão tacho, não interessa (nem lhes cabe) à sindicatos comunistas que os queiram levar aos cem mil para as ruas, ao contrario dos professores. Eu só me pergunto por onde anda aquele senhor dos cabelos grisalhos, todo empertigado da confederação de associações de pais, salvo erro, Sr. Albino qualquer coisa, não me lembro, mas vocês também, chegaram logo lá, bastou a dos "grisalhos" é o que faz o protagonismo, é como no caso da outra , senhora comissária muito vistosa,  Paula qualquer coisa Monteiro, destá feita é loira, e relações públicas da PSP e dos Clubes de futebol de Lisboa, e ... hammm??!! Estou-me a desviar? Ok, está bem!

Gostava então de concluir e saber se o caso daqueles alunos é assim tão raro.

Seja como for, fica a minha vénia a estes galdérios da  Luísa de Gusmão.

 

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PS: Obviamente, com a comparação de upgrade de gerações estou a tentar conjugar o meu verbo preferido em escritos de blogar, o verbo "ironizar", pois ao fim deste tempo todo a tentar reflectir sobre gerações, estou cada vez mais convicto que subestimar as gerações mais novas, ou rebaixa-las, são coisas típicas de velhos do Restelo. Cada geração é o que é, conforme o seu tempo e ambiente social. A ter que cortar, devo começar na sociedade; nos pais, classe onde me insiro... por aqui se faz muito das gerações.

 

:::: Já ví começar por menos!

.mrcosmos@sapo.pt

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